sábado, 25 de setembro de 2010

GRANDE COMÍCIO DA VITÓRIA - DILMA, MERCADANTE, MARTA, NETINHO DE PAULA, BERZOINI 1331, ROBERTO FELÍCIO 13400 COM LULA!



Na próxima segunda-feira (27), a capital recebe o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, o candidato a governador de São Paulo, Aloizio Mercadante (PT), e os candidatos ao Senado pelo estado, Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB), para a realização do Grande Comício da Vitória. O evento ocorre no Sambódromo do Anhembi, às 18h.
Na reta final da campanha eleitoral, apenas a seis dias antes das votações, que ocorrem no domingo (3), este será o último grande comício da Coligação União Para Mudar ao primeiro turno em São Paulo.
Não deixe de participar desse momento histórico e compareça com seus amigos e familiares. Mas para quem ficar em casa, a TVPT marca presença e transmite o comício ao vivo para o portal do PT-SP. Assista, participe do chat e acompanhe via Twitter a cobertura do @ptpaulista. Interaja no tuitaço da militância utilizando as hashtags #voudemercadante, #viradapaulista e #voto13.
O Sambódromo do Anhembi fica na Avenida Olavo Fontoura, nº 1209, Santana – ao lado da Marginal Tietê e próximo da estação Portuguesa-Tietê do metrô.

MARINA, A SEGUNDA MORTE DE CHICO MENDES!

Enfim, alguém escreveu o que penso sobre a candidatura de Marina Silva à presidência da República. Gilson Caroni é sociólogo, professor universitário e colunista da Agência Carta Maior e do Jornal do Brasil.



O verdadeiro mestre não é somente o professor que sabe dar a aula com a lição na ponta da língua – é, sobretudo, aquele que sabe fazer discípulos. Quanto ao discípulo, é este mais do que o aluno que aproveita a lição na sala de aula. Na verdade, corresponde ao prolongamento do mestre, retendo-lhe o fascínio pelo resto da vida, como se o saber do professor continuasse a acompanhá-lo além do curso, alongando-lhe a presença. Diante disso, cabe perguntar se Marina Silva, ao reconstruir sua persona política com um viés inequivocamente conservador, não está produzindo a segunda morte de Chico Mendes, 22 anos depois de ele ter sido abatido a tiro de espingarda no quintal de sua casa?
Cortejada pela grande imprensa como possibilidade de levar a eleição para o segundo turno, Marina parece bailar nas decisões hamletianas: faz que vai e volta do meio para trás como cantilena do Grande Sertão. Já não convida mais seu coração para dar batalha. Quando está madura a oportunidade de colocar o Brasil na trilha das aspirações populares, a “cabocla de tantas malárias e alergias” coloca-se como linha auxiliar de uma elite desprovida de projeto de consenso para o país.
Rifando sua biografia, tergiversa sobre questões caras ao campo democrático-popular do qual, até bem pouco tempo, foi militante expressiva. A mulher que apostava na organização do povo como único agente capaz de resolver seus próprios problemas, elegendo suas prioridades e lutando para atingi-las, deu lugar a uma “celebridade” que, pretextando buscar um novo espaço político, reproduz o discurso dos editoriais reacionários. Deixou de dar valor ao partido político, ao sindicato, aos movimentos populacionais, às ações associativas. Esqueceu que são essas as instâncias capazes de superar um modo de vida que não corresponde às expectativas reais dos seres humanos de verdade.
Sua candidatura busca cobrir um vazio que não existe. Hoje, todos reconhecem que o crescimento econômico deve ser visto como condição necessária, mas não suficiente, do desenvolvimento social. O governo petista criou as condições políticas para o surgimento de uma nação que efetivamente combate a miséria e a pobreza extremas, implementando princípios econômicos que aumentaram a oferta de emprego e a remuneração condigna de trabalho.
Há oito anos, a visão progressista contempla valores ambientais imprescindíveis à saúde e ao bem-estar do ser humano, não isentando, como muitos querem crer, as elites regiamente capitalizadas nos tempos do consórcio demo-tucano. Sendo assim, onde estaria a novidade, e até mesmo a necessidade da agenda de Marina Silva?
Equilíbrio ambiental e desenvolvimento sustentável são elementos indispensáveis ao futuro do país. Exigem do movimento ecológico uma reformulação radical que o torne matriz de uma nova esquerda. A Amazônia é um exemplo. Seu desmatamento é obra conjunta de latifundiários, grandes empresários e empresas mineradoras. São os inimigos a serem confrontados prontamente. É essa a perspectiva da “doce” Marina e seus aliados recentes?
Quando em entrevista a uma revista semanal, a ex-ministra do Meio Ambiente disse: “tenho um sentimento que mistura gratidão e perda em relação ao PT. Sair do partido foi, para mim, um processo muito doloroso. Perdi quase 3 quilos. Foi difícil explicar até para meus filhos. No álbum de fotografias, cada um deles está sempre com uma estrelinha do partido. É como se eu tivesse dividido uma casa por muito tempo com um grupo de pessoas que me deram muitas alegrias e alguns constrangimentos. Mudei de casa, mas continuo na mesma rua, na mesma vizinhança“. Marina mistura oportunismo e desorientação espacial.
A senadora do PV sabe que, uma vez derrubada, a floresta não se recompõe. Que tipo de “empates” se propõe travar com as alianças escolhidas? O partido que a convidou para bailar sobrevive de parcerias antagônicas a sua antiga história de combatividade, coerência e superação. Como nas matas degradadas, a política tem fios de navalha onde tudo perde a cor e dificilmente se refaz. A rua e a vizinhança são decorrências geográficas de escolhas caras. No caso de Marina, tudo mudou.
Chico Mendes reafirmava que “se descesse um enviado dos Céus e me garantisse que minha morte iria fortalecer nossa luta, até que valeria a pena. Mas a experiência nos ensina o contrário. Então eu quero viver”. Por sua discípula isso está cada vez mais improvável.

domingo, 19 de setembro de 2010

FALSO DOSSIÊ SERIA OBRA DA REVISTA VEJA!!!

Abaixo vai texto do Blog do LEN, onde ele relata, em primerira mão a possível versão de um depoimento à Polícia Federal prestado pelo Delegado aposentado Onésimo Souza, sobre o caso do falso dossiê defendido pelo PIG e oposição política, no final da pré-campanha presidencial. Caso venha a se comprovar essas informações, está provada a montagem, pela revista Veja, da Editora Abril, de um factoíde de forma intencional para prejudicar a campanha de Dilma e do PT neste ano.

Notícia quente de fonte mais quente ainda. A coisa está prestes a feder para um jornalista da Veja.
Segundo a fonte, o delegado aposentado da Polícia Federal Onésimo de Souza, deu depoimento à Polícia Federal que desdiz a alegação que teria sido convidado a participar de um grupo de inteligência da campanha de Dilma Rousseff. Quando perguntado sobre afirmações anteriores respondeu que “ouviu errado”.
Segundo Onésimo, quem inventou toda a história de grupo de espionagem da campanha de Dilma foi o jornalista Policarpo Junior, da revista Veja. Onésimo acusa o jornalista ainda de estar de posse de documentos que foram roubados no comitê de Dilma, o tornando responsável no mínimo de receptação de produto de furto. Policarpo poderá ser processado segundo o agente da Polícia Federal que informou a nossa fonte.
Onésimo, que depois de aposentado se tornou da membro da equipe de espionagem montada por José Serra no Ministério da Saúde e chefiada por Marcelo Itagiba, revelou que depois brigou com o grupo, porém ainda possui as gravações ilegais que fez a mando do grupo de espionagem montado por Serra. Segundo Onésimo, o grupo investigou a vida de todo mundo, desde adversários até aliados.
O depoimento de Onésimo à Polícia Federal corre em segredo de justiça, portanto não temos link para apontar para o depoimento, mas podemos afirmar que a fonte é quente e depois que vazar essa informação, a PF não vai mais conseguir segurar a informação.
Em breve, muito em breve, essa bomba vai estourar no colo do Serra e do jornalismo criminoso da revista Veja. O jantar entre Policarpo e Onésimo noticiado pelo Conversa Afiada na semana passada era um acerto de contas entre os dois. Policarpo está tremendo na base e querendo saber do teor do depoimento de Onésimo.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

EDUCAÇÃO É PRIORIDADE PARA MERCADANTE!


Como professor, da rede pública, tenho imensa preocupação com a Educação Pública em nosso Estado, pois tenho percebido, e não sou o único, que os 16 anos de PSDB em São Paulo causaram um imenso mau ao sistema estadual de Educação. O Estado mais rico da nação tem péssimos índices nas avaliações do ensino básico; os profissionais da Educação são perseguidos pelo governo tucano e; olha que eles tiveram muito tempo para alcançarem melhores resultados em Educação.
Por isso, insisto que São Paulo precisa mudar. Precisa entrar no ciclo de desenvolvimento econômico e social que o Brasil ingressou com o Governo Lula. E a nossa melhor opção em 2010 é elegermos MERCADANTE 13 Governador!
Deixo aqui as bases do programa de governo do MERCADANTE para a Educação! A fonte é o site de campanha.



No Governo Mercadante, a Educação será prioridade abso­luta. Implantaremos uma política educacional afinada com o projeto de Estado e Nação que vem sendo gestado no Brasil no governo Lula e contará com os seguintes objetivos estra­tégicos voltados para a construção da escola do futuro:
Preparar São Paulo para a sociedade do conhecimento, preparando as bases para a construção de uma escola do fu­turo, portadora de todos os recursos de excelência em tecno­logia da informação.
Acelerar a implantação da Banda Larga e a oferta de laptops, iniciando pelo Ensino Médio e, progressivamente, es­tender para os demais níveis de ensino.
Ampliar as Escolas Técnicas Estaduais e implantar es­colas de tempo integral na rede publica, especialmente no Ensino Médio e Profissionalizante.
Estímulo e apoio aos municípios para ampliação progres­siva da rede de creches e pré-escolas em horário integral.
Combater o analfabetismo.
Assegurar a permanência do aluno pobre no Ensino Mé­dio e no Ensino Profissionalizante por meio de programas de transferência de renda implantados em São Paulo pelo go-verno federal (Bolsa Família) e estadual (Renda Cidadã).
Fortalecer a excelência acadêmica em pesquisa e inova­ção das universidades públicas paulistas.
Expandir as FATECS para fortalecer a vocação econômi­ca das diversas regiões do estado.
Garantir recursos para ampliar o número de vagas no ensino superior público e manter o padrão de qualidade no ensino, pesquisa e extensão.
Expandir a presença no estado da USP, da UNESP e da UNICAMP e articular com elas a criação da “Universidade do Professor” para estimular a formação continuada em toda a rede.
Priorizar o atendimento médico aos alunos da pré-esco­la e Ensino Fundamental, visando o diagnóstico precoce de problemas de saúde (visão, audição, coordenação, nutrição, tratamento dentário e outros) que interferem no desempenho escolar.
Democratizar as relações entre Estado e Municípios e instituir um efetivo regime de colaboração no âmbito educa­cional.
Os pilares para essa transformação são a melhoria da quali­dade; a democratização do acesso; e a democratização da Gestão. As diretrizes para cada um desses pilares são:
Qualidade da Educação - O Governo Mercadante tra­balhará para garantir, para todos os sistemas educacionais, da pré-escola à pós-graduação, escolas onde todas as crianças, jovens adolescentes e adultos possam estudar com qualidade e conforto em prédios equipados (biblioteca, computadores, laboratórios), com segurança e pedagogia adequada.
Valorização do professor e compromisso com a realização de concursos públicos para efetivar o maior número possível de professores.
Expansão da carga horária - Introduzir, gradualmente, dois turnos (primeira fase) e período integral (segunda fase).
Buscar, gradualmente, a redução do número de alunos por classe, no limite de 35 alunos por sala de aula, sendo, no máximo, 25 alunos nas salas de alfabetização.
Fim da aprovação automática - Mudar o sistema de ava-liação e acompanhamento do aluno, cumprindo exigências de aprendizado, respeitando o ritmo de cada estudante e estimu­lando sua formação e fomentando programas de recuperação dos alunos defasados.
Inclusão Digital – Implantar acesso à internet em banda larga em todas as escolas públicas estaduais.
Laptop Popular – Disponibilizar, progressivamente, com­putadores portáteis para as crianças que estejam na escola.
Produção de material pedagógico digital, incluindo biblio­tecas, livro didático, portal do professor e portal do aluno.
Democratização do Acesso e Permanência - O Governo Mercadante vai trabalhar para democratizar o acesso, a per­manência, combater a evasão e a repetência, e eliminar o analfabetismo:
Construção de mais escolas e reorganização daquelas que já existem.
Escolas funcionando também à noite para viabilizar um programa intensivo de educação de jovens e adultos.
Apoiar as prefeituras para garantia de transporte, material escolar e uniforme para nossos estudantes.
Democratização da Gestão - O Governo Mercadante, jun­to com professores, alunos e comunidade, vai democratizar e aprimorar a gestão educacional:
Conselho de Escola – definirá a política para a aplicação dos recursos financeiros recebidos pela escola e acompanhará sua execução.
Conselho Estadual de Educação – passará por profundas modificações em sua composição e competências, inclusive o acompanhamento da gestão dos recursos destinados à edu­cação e de sua execução.
Plano Escolar – Planejamento para acomodação da de­manda, turnos de funcionamento, utilização do espaço físico serão decididos e acompanhados pelo Conselho de Escola.
Gestão Escolar – programa de formação em gestão para todos os diretores e gestores escolares.
Formular um novo Sistema de Avaliação e Desempenho para Escolas.
Elaborar Plano Estadual de Educação em conjunto com entidades representativas do magistério, dos alunos, dos pais de educadores, das universidades, da sociedade civil.