PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO É DILMA 13 PARA PRESIDENTE! POR UM BRASIL AUTÔNOMO, LIVRE DO FMI E BANCO MUNDIAL E RENCONHECIDO INTERNACIONALMENTE É DILMA PRESIDENTE!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
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SERRA E OS PERFIS DE BEBEL DA APEOESP NA FOLHA E NO ESTADÃO.
Pessoal, gostaria de compartilhar texto retirado do Blog do Rovai do dia 30 de março, onde ele expõe uma análise sobre a suposta coicindência sobre a publicação de perfis da presidenta da Apeoesp, Bebel, tanto na Folha de SP quanto no Estado de SP, no mesmo dia, mostrando que essa é uma prática comum, da direita Latina, para atacar governos democráticos progressistas. Rovai é editor da Revista Fórum.
É impressionante a “coincidência” de pautas, da Folha e do Estado de S. Paulo que “por acaso” decidiram fazer um perfil hoje da presidente do Sindicato dos Professores (Apeoesp), Maria Izabel Noronha. Em ambos os casos a linha fina que destaca a matéria é “perfil”. Quanto aos títulos, dizem praticamente a mesma coisa. No Estado: “Trajetória entrelaça partido e sindicato". Na versão Folha: “Presidente do Sindicato é filiada ao PT”.
Na Venezuela este processo de pauta ajustada ou orquestrada ficou conhecido por Una Sola Voz. Trato disso no livro Midiático Poder, que o leitor tanto pode baixar pela página da Fórum como pode comprar pelo site da editora.
No país vizinho a coisa se tornou tão absurda que num dado momento os editores enviavam a matéria de um jornal para o outro para ver se não havia contradição entre o que publicariam no dia seguinte. Nas TVs, as coberturas de manifestações e atos passaram a ser conjuntas.
No caso do perfil de Bebel, tanto Folha como Estado têm o mesmo objetivo, mostrar aos seus leitores que a greve dos professores é política e que quem está por trás dela é o PT.
Dá pra dizer que a Folha fez o serviço mais completo, porque na sua “reportagem” um diretor da Apeoesp, do grupo minoritário, dá credibilidade à “denúncia” de que a entidade seria um “braço do PT”. Aliás, é muito curioso ver lideranças que se dizem radicais, no meio de uma greve difícil, utilizando a chamada “mídia burguesa” para fazer disputa político-sindical. É curioso e triste.
Mas se a Folha conseguiu fazer com que um aliado da greve abonasse sua tese, o Estado foi mais eficiente para mostrar “as provas” dos vínculos entre o PT, Bebel e a Apeoesp. Veja como a reportagem investigativa é fantástica. Diz o jornal: “A seguir três exemplos disso. 1) A entidade que ela dirige é filiada a Central Única dos Trabalhadores (CUT), braço forte do PT no sindicalismo nacional. 2) Em 2006, no governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva ela passou a integrar a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional da Educação.”
Uma interrupção, leitor, para que você tome fôlego porque agora vem a denúncia mais bombástica: “3) Na semana passada, ela foi uma das convidadas de honra na abertura do 2º Congresso da Mulher Metalúrgica, organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ao lado de Lula e da pré-candidata Dilma Roussef, do PT.”
Por coincidência os dois perfis, tanto o da Folha quanto o do Estado, não são assinados. Talvez porque o autor da pauta e das matérias seja aquele tuiteiro que vez em quando dá plantão no Palácio dos Bandeirantes.
É impressionante a “coincidência” de pautas, da Folha e do Estado de S. Paulo que “por acaso” decidiram fazer um perfil hoje da presidente do Sindicato dos Professores (Apeoesp), Maria Izabel Noronha. Em ambos os casos a linha fina que destaca a matéria é “perfil”. Quanto aos títulos, dizem praticamente a mesma coisa. No Estado: “Trajetória entrelaça partido e sindicato". Na versão Folha: “Presidente do Sindicato é filiada ao PT”.
Na Venezuela este processo de pauta ajustada ou orquestrada ficou conhecido por Una Sola Voz. Trato disso no livro Midiático Poder, que o leitor tanto pode baixar pela página da Fórum como pode comprar pelo site da editora.
No país vizinho a coisa se tornou tão absurda que num dado momento os editores enviavam a matéria de um jornal para o outro para ver se não havia contradição entre o que publicariam no dia seguinte. Nas TVs, as coberturas de manifestações e atos passaram a ser conjuntas.
No caso do perfil de Bebel, tanto Folha como Estado têm o mesmo objetivo, mostrar aos seus leitores que a greve dos professores é política e que quem está por trás dela é o PT.
Dá pra dizer que a Folha fez o serviço mais completo, porque na sua “reportagem” um diretor da Apeoesp, do grupo minoritário, dá credibilidade à “denúncia” de que a entidade seria um “braço do PT”. Aliás, é muito curioso ver lideranças que se dizem radicais, no meio de uma greve difícil, utilizando a chamada “mídia burguesa” para fazer disputa político-sindical. É curioso e triste.
Mas se a Folha conseguiu fazer com que um aliado da greve abonasse sua tese, o Estado foi mais eficiente para mostrar “as provas” dos vínculos entre o PT, Bebel e a Apeoesp. Veja como a reportagem investigativa é fantástica. Diz o jornal: “A seguir três exemplos disso. 1) A entidade que ela dirige é filiada a Central Única dos Trabalhadores (CUT), braço forte do PT no sindicalismo nacional. 2) Em 2006, no governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva ela passou a integrar a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional da Educação.”
Uma interrupção, leitor, para que você tome fôlego porque agora vem a denúncia mais bombástica: “3) Na semana passada, ela foi uma das convidadas de honra na abertura do 2º Congresso da Mulher Metalúrgica, organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ao lado de Lula e da pré-candidata Dilma Roussef, do PT.”
Por coincidência os dois perfis, tanto o da Folha quanto o do Estado, não são assinados. Talvez porque o autor da pauta e das matérias seja aquele tuiteiro que vez em quando dá plantão no Palácio dos Bandeirantes.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
TODO APOIO À LUTA DOS PROFESSORES E CONTRA A TRUCULÊNCIA DE SERRA.
Pessoal, gostaria de compartilhar editorial do Jornal Brasil de Fato, do dia 31 de março.
Desde o dia 8 de março os professores da rede de educação do Estado de São Paulo estão em greve. Uma greve anunciada ainda em 26 de novembro do ano passado, num assembleia do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp), sinalizando protesto contra falta de reajuste salarial, programa de promoção por méritos e prova para os professores temporários.
A principal reivindicação dos professores é o reajuste salarial de 34,3%, sendo uma parte como reposição da inflação e a outra por perdas históricas. Há 5 anos eles não têm reajuste salarial.
Mobilizados, cerca de 30 mil educadores saíram em passeatas pelas principais ruas da capital paulista. Em troca, recebem o desrespeito e a intransigência do governo (Demo-Tucano) de José Serra, incapaz de lidar com os movimentos sociais e com as reivindicações salariais do funcionalismo público. São mais de 80% das escolas paralisadas, de acordo com a categoria, e o governador fica alardeando que a greve estadual “graças a Deus não pegou”. O mesmo governador que afirmou ser apenas uma fatalidade as mais de seis dezenas de mortes causadas pelas chuvas nesse ano.
O tratamento dispensado ao movimento grevista é apenas um reflexo do como o governo demo-tucano trata a questão da educação em São Paulo. O Estado mais rico do país tem um dos piores índices educacionais. Materiais didáticos são editados e enviados às escolas com erros grotescos e de péssima qualidade. Os professores foram classificados em diferentes categorias, numa clara intenção de dividir e enfraquecer a categoria. Salas de aulas lotadas, dificultando o trabalho dos professores e comprometendo a aprendizagem dos alunos. Não há concursos públicos para a efetivação dos professores - há mais de 80 mil professores temporários, excluindo-os dos benefícios que os efetivos já conquistaram. O vale-refeição é tão ridículo que passou a ser popularizado como “vale-coxinha”. E o sistema de “progressão continuada”, estabelecendo a obrigatoriedade de aprovar um aluno de um ano a outro, serve apenas para a divulgação do índice alto de aprovação (obrigatória!) dos alunos.
Cada vez mais refém das forças conservadoras que lhe dão apoio a sua candidatura presidencial, o governador Serra - que deixa o cargo dia 31 de março - procura derrotar o movimento grevista sincronizando três movimentos. Primeiro, busca deslegitimar a greve dizendo que é um movimento pequeno – afirma que menos de 1% dos professores aderiram à greve - e que atende apenas interesses eleitorais, buscando prejudicá-lo na campanha presidencial. Coisa de “baderneiros” para tumultuar o processo eleitoral. O PSDB cogita, inclusive, processar a presidente da Apeoesp sob acusação da greve atender interesses eleitorais.
O segundo movimento é controlar a mídia, impedindo que seja divulgado tanto a incapacidade do governo quanto as mobilizações que os professores têm feito e a pauta de suas reivindicações. Há um completo silêncio. É como se a greve não existisse para mídia subserviente à candidatura Serra. Em algum período do futuro essa mídia será cobrada, não pelo explícito aparelhamento ao atual governo paulista, mas sim pelo total descaso com a história. O controle que o governo demo-tucano tem sobre a mídia em nada difere do controle que os coronéis da política, como José Sarney e Antônio Carlos Magalhães, já falecido, mantinham em seus Estados. A diferença é que eles eram donos dos meios de comunicação.
O terceiro movimento para derrotar a greve, usando, sem hesitação, a truculência e a violência da Polícia Militar. A violência cometida contra os professores não difere do tratamento dado aos movimentos grevistas no tempo da ditadura militar. Mais, o governo Serra, repetindo práticas do governo tucano de Yeda Crusius, no Rio Grande do Sul, utiliza-se da prática de infiltrar agentes da polícia no meio dos grevistas, com a tarefa de identificar trabalhadores, fomentar provocações, causar conflitos que justificam uma repressão maior por parte da Polícia Militar e rendam imagens para a mídia demonizar a mobilização.
Nesse clima, há uma tendência pela continuidade da greve. Caso isso se confirme, já é hora da classe trabalhadora mostrar solidariedade à luta dos professores. Não se trata apenas de ser solidário à justa reivindicação salarial dos professores. Trata-se de influir na política educacional do país, de impedir que os governo continuem tratando as questões sociais como caso de polícia e de cobrar dos meios de comunicação a responsabilidade de informar a população.
O governo de José Serra quer fazer da greve dos professores o que o governo Fernando Henrique Cardoso fez coma greve dos petroleiros em 1995, impondo não apenas uma derrota ao movimento grevista, mas também assegurar uma ofensiva contra os direitos sociais e trabalhistas da classe trabalhadora. Em 1995, ao não perceber a jogada que FHC fazia contra os petroleiros, faltou a solidariedade e o apoio àquela greve. Aquela derrota custou-nos dois mandatos presidenciais de FHC. É hora de mostrar que houve um aprendizado e que a classe trabalhadora saia às ruas em apoio à greve dos professores de São Paulo.
Desde o dia 8 de março os professores da rede de educação do Estado de São Paulo estão em greve. Uma greve anunciada ainda em 26 de novembro do ano passado, num assembleia do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp), sinalizando protesto contra falta de reajuste salarial, programa de promoção por méritos e prova para os professores temporários.
A principal reivindicação dos professores é o reajuste salarial de 34,3%, sendo uma parte como reposição da inflação e a outra por perdas históricas. Há 5 anos eles não têm reajuste salarial.
Mobilizados, cerca de 30 mil educadores saíram em passeatas pelas principais ruas da capital paulista. Em troca, recebem o desrespeito e a intransigência do governo (Demo-Tucano) de José Serra, incapaz de lidar com os movimentos sociais e com as reivindicações salariais do funcionalismo público. São mais de 80% das escolas paralisadas, de acordo com a categoria, e o governador fica alardeando que a greve estadual “graças a Deus não pegou”. O mesmo governador que afirmou ser apenas uma fatalidade as mais de seis dezenas de mortes causadas pelas chuvas nesse ano.
O tratamento dispensado ao movimento grevista é apenas um reflexo do como o governo demo-tucano trata a questão da educação em São Paulo. O Estado mais rico do país tem um dos piores índices educacionais. Materiais didáticos são editados e enviados às escolas com erros grotescos e de péssima qualidade. Os professores foram classificados em diferentes categorias, numa clara intenção de dividir e enfraquecer a categoria. Salas de aulas lotadas, dificultando o trabalho dos professores e comprometendo a aprendizagem dos alunos. Não há concursos públicos para a efetivação dos professores - há mais de 80 mil professores temporários, excluindo-os dos benefícios que os efetivos já conquistaram. O vale-refeição é tão ridículo que passou a ser popularizado como “vale-coxinha”. E o sistema de “progressão continuada”, estabelecendo a obrigatoriedade de aprovar um aluno de um ano a outro, serve apenas para a divulgação do índice alto de aprovação (obrigatória!) dos alunos.
Cada vez mais refém das forças conservadoras que lhe dão apoio a sua candidatura presidencial, o governador Serra - que deixa o cargo dia 31 de março - procura derrotar o movimento grevista sincronizando três movimentos. Primeiro, busca deslegitimar a greve dizendo que é um movimento pequeno – afirma que menos de 1% dos professores aderiram à greve - e que atende apenas interesses eleitorais, buscando prejudicá-lo na campanha presidencial. Coisa de “baderneiros” para tumultuar o processo eleitoral. O PSDB cogita, inclusive, processar a presidente da Apeoesp sob acusação da greve atender interesses eleitorais.
O segundo movimento é controlar a mídia, impedindo que seja divulgado tanto a incapacidade do governo quanto as mobilizações que os professores têm feito e a pauta de suas reivindicações. Há um completo silêncio. É como se a greve não existisse para mídia subserviente à candidatura Serra. Em algum período do futuro essa mídia será cobrada, não pelo explícito aparelhamento ao atual governo paulista, mas sim pelo total descaso com a história. O controle que o governo demo-tucano tem sobre a mídia em nada difere do controle que os coronéis da política, como José Sarney e Antônio Carlos Magalhães, já falecido, mantinham em seus Estados. A diferença é que eles eram donos dos meios de comunicação.
O terceiro movimento para derrotar a greve, usando, sem hesitação, a truculência e a violência da Polícia Militar. A violência cometida contra os professores não difere do tratamento dado aos movimentos grevistas no tempo da ditadura militar. Mais, o governo Serra, repetindo práticas do governo tucano de Yeda Crusius, no Rio Grande do Sul, utiliza-se da prática de infiltrar agentes da polícia no meio dos grevistas, com a tarefa de identificar trabalhadores, fomentar provocações, causar conflitos que justificam uma repressão maior por parte da Polícia Militar e rendam imagens para a mídia demonizar a mobilização.
Nesse clima, há uma tendência pela continuidade da greve. Caso isso se confirme, já é hora da classe trabalhadora mostrar solidariedade à luta dos professores. Não se trata apenas de ser solidário à justa reivindicação salarial dos professores. Trata-se de influir na política educacional do país, de impedir que os governo continuem tratando as questões sociais como caso de polícia e de cobrar dos meios de comunicação a responsabilidade de informar a população.
O governo de José Serra quer fazer da greve dos professores o que o governo Fernando Henrique Cardoso fez coma greve dos petroleiros em 1995, impondo não apenas uma derrota ao movimento grevista, mas também assegurar uma ofensiva contra os direitos sociais e trabalhistas da classe trabalhadora. Em 1995, ao não perceber a jogada que FHC fazia contra os petroleiros, faltou a solidariedade e o apoio àquela greve. Aquela derrota custou-nos dois mandatos presidenciais de FHC. É hora de mostrar que houve um aprendizado e que a classe trabalhadora saia às ruas em apoio à greve dos professores de São Paulo.
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EM FAVOR DA EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE E NÃO DE FAZ CONTA!
O grande desafio hoje do Estado brasileiro é garantir a todos as crianças e adolescentes de nosso país condições semelhantes de Educação. Durante muito tempo, “Escola” era coisa para poucos, a escola pública tinha qualidade, mas não era acessível a todos os brasileiros. A partir da Ditadura Militar brasileira e principalmente nos governos tucanos de FHC, a Educação no Brasil foi mercantilizada, transformando-se em um vantajoso negócio para grupos empresariais. Os governos de FHC, por estarem subordinados ao capital estrangeiro, presos ao FMI e Banco Mundial tinham de cumprir metas quantitativas no tocante a Educação Pública, no entanto, promoveu políticas publicas na área simplesmente pautadas nos números de matrículas e aprovações, sem se preocupar com a qualidade do ensino público. Deste modo provocou uma deteriorização da Escola Pública no Brasil, jogando a classe média e a mídia nacional contra a Educação Pública. Ainda em sob administração do PSDB, os governos passaram a creditar os péssimos resultados da Educação Pública nas costas do professor, política potencializada na gestão tucana do Estado de São Paulo sob Alckmin e Serra.
A partir de 2003, com o Governo Lula e do PT, a Educação Pública no país passou a ter outro tratamento. Não só a universalização do acesso a educação integra as metas deste governo, mas também, a permanência de crianças e adolescentes na escola, com a promoção de políticas de adequação dos currículos do Ensino Médio e a ampliação do atendimento do Ensino Profissionalizante, bem como a qualidade da Educação Pública no Brasil.
Não se pode promover uma boa Educação pública sem ampliar os recursos para o seu financiamento, neste ponto o governo Lula ampliou a abrangência do Fundo de Desenvolvimento da Educação, que com o governo FHC atendia à apenas o Ensino Fundamental, e a partir da criação do FUNDEB (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) passou a atender tanto o Ensino Fundamental como o Ensino Médio. Com o FUNDEB, a gestão da Educação Básica, que está cada dia mais nas mãos das Prefeituras Municipais passou a receber o suporte financeiro eu o antigo FUNDEF (Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental) não dava. Com o FUNDEB, o investimento público por aluno no ensino básico recuperou uma diferença histórica em relação ao investido por aluno no ensino superior.
Ao mesmo tempo, o Governo Lula, na medida em que os concluintes do Ensino Médio vêm aumentando, vem promovendo ações para permitir o acesso deste público o Ensino Superior. No primeiro momento, a criação do PROUNI, propiciou que muitos jovens com origem no ensino público, de baixa renda familiar, pudessem manter-se nas instituições de Educação particulares através de bolsas de estudo. A reformulação do FIES, com a redução dos juros do financiamento e com a adoção de formas diversas de se quitar a dívida, vem neste mesmo sentido. Faltava promover ações inclusivas da população atendida nas escolas públicas de ensino básico nas Universidades Públicas. A valorização do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) vem neste sentido, já que a intenção é criar outra forma de avaliar os estudantes na disputa pelas vagas nas Universidades Públicas. Os vestibulares mais tradicionais passaram a servir à mercantilização da Educação, na medida em que não exigem as competências e habilidades da formação escolar básica, e sim um acúmulo de conhecimentos específicos difundidos por essa rede particular de ensino. O ENEM como o caminho para as Universidades Públicas vai reduzir a distância entre a Educação Básica Pública e a Superior. Além disso, é preciso ampliar o debate e as ações que garantam a implementação das cotas raciais e sociais de acesso ao ensino superior público, como um resgate histórico da cidadania dessa população. O mesmo grupo que defende a mercantilização da Educação é contra a adoção das cotas raciais e sociais.
Tendo em vista a evolução das políticas públicas de Educação em nosso país, hoje, está sendo debatido, democraticamente, na CONAE (Conferência Nacional de Educação) o Plano Nacional de Educação, para os próximos dez anos, e em especial a proposta de se criar um Sistema Nacional Articulado de Educação, que estabeleça um regime efetivo de colaboração entre os entes federados (União, Estados e Municípios), reduzindo as burocracias, ampliando o poder de decisão das escolas (possibilitando a Gestão Democrática) e garantindo a qualidade da Educação Pública em todo Brasil. Tendo em vista que o processo de municipalização do ensino fundamental está cada vez mais consolidado, é preciso refazer o elo entre o ensino fundamental, a cargo dos Municípios, e os ensinos médio, profissionalizante e superior, a cargo de Estados e da União.
A partir de 2003, com o Governo Lula e do PT, a Educação Pública no país passou a ter outro tratamento. Não só a universalização do acesso a educação integra as metas deste governo, mas também, a permanência de crianças e adolescentes na escola, com a promoção de políticas de adequação dos currículos do Ensino Médio e a ampliação do atendimento do Ensino Profissionalizante, bem como a qualidade da Educação Pública no Brasil.
Não se pode promover uma boa Educação pública sem ampliar os recursos para o seu financiamento, neste ponto o governo Lula ampliou a abrangência do Fundo de Desenvolvimento da Educação, que com o governo FHC atendia à apenas o Ensino Fundamental, e a partir da criação do FUNDEB (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) passou a atender tanto o Ensino Fundamental como o Ensino Médio. Com o FUNDEB, a gestão da Educação Básica, que está cada dia mais nas mãos das Prefeituras Municipais passou a receber o suporte financeiro eu o antigo FUNDEF (Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental) não dava. Com o FUNDEB, o investimento público por aluno no ensino básico recuperou uma diferença histórica em relação ao investido por aluno no ensino superior.
Ao mesmo tempo, o Governo Lula, na medida em que os concluintes do Ensino Médio vêm aumentando, vem promovendo ações para permitir o acesso deste público o Ensino Superior. No primeiro momento, a criação do PROUNI, propiciou que muitos jovens com origem no ensino público, de baixa renda familiar, pudessem manter-se nas instituições de Educação particulares através de bolsas de estudo. A reformulação do FIES, com a redução dos juros do financiamento e com a adoção de formas diversas de se quitar a dívida, vem neste mesmo sentido. Faltava promover ações inclusivas da população atendida nas escolas públicas de ensino básico nas Universidades Públicas. A valorização do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) vem neste sentido, já que a intenção é criar outra forma de avaliar os estudantes na disputa pelas vagas nas Universidades Públicas. Os vestibulares mais tradicionais passaram a servir à mercantilização da Educação, na medida em que não exigem as competências e habilidades da formação escolar básica, e sim um acúmulo de conhecimentos específicos difundidos por essa rede particular de ensino. O ENEM como o caminho para as Universidades Públicas vai reduzir a distância entre a Educação Básica Pública e a Superior. Além disso, é preciso ampliar o debate e as ações que garantam a implementação das cotas raciais e sociais de acesso ao ensino superior público, como um resgate histórico da cidadania dessa população. O mesmo grupo que defende a mercantilização da Educação é contra a adoção das cotas raciais e sociais.
Tendo em vista a evolução das políticas públicas de Educação em nosso país, hoje, está sendo debatido, democraticamente, na CONAE (Conferência Nacional de Educação) o Plano Nacional de Educação, para os próximos dez anos, e em especial a proposta de se criar um Sistema Nacional Articulado de Educação, que estabeleça um regime efetivo de colaboração entre os entes federados (União, Estados e Municípios), reduzindo as burocracias, ampliando o poder de decisão das escolas (possibilitando a Gestão Democrática) e garantindo a qualidade da Educação Pública em todo Brasil. Tendo em vista que o processo de municipalização do ensino fundamental está cada vez mais consolidado, é preciso refazer o elo entre o ensino fundamental, a cargo dos Municípios, e os ensinos médio, profissionalizante e superior, a cargo de Estados e da União.
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