domingo, 25 de julho de 2010

PESQUISAS ELEITORAIS E SUAS METODOLOGIAS.

Nesta semana que passou duas pesquisas de intenção de voto foram divulgadas para a disputa presidencial, os institutos Vox Populis e Datafolha apresentaram seus números, nas primeiras pesquisas públicas após a oficialização das candidaturas.
Divulgado primeiro os números do Vox Populis na sondagem estimulada Dilma Rousseff, candidata do PT, atinge 41% das intenções de voto, enquanto José Serra, candidato do PSDB, tem 33% e Marina Silva, do PV, 8%. Os outros candidatos juntos atingem 1%. Votos brancos 4% e nulos 13%. Em um possível segundo turno entre Dilma e Serra a ex-ministra do governo Lula venceria por 46% a 38%. O Vox Populis apurou ainda os percentuais de rejeição dos principais candidatos, sendo José Serra, PSDB, atingindo o maior índice de rejeição com 24%, Marina Silva, do PV, 20% e Dilma Rousseff, do PT, 17%.
A pesquisa foi feita entre os dias 17 e 20 de julho, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 19.920/10. Foram feitas 3.000 entrevistas em 219 cidades de todas as regiões do país. E sua margem de erro é de 1,8% para cima ou para baixo.
Já o instituto Datafolha apresentou números diferentes aos do Instituto Vox Populis, com José Serra apresentando 37% das intenções de voto enquanto Dilma Rousseff chega a 36% e Marina Silva 10%. A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 20 e 23 de julho, ouvindo 1905 eleitores em 379 cidades diferentes. A margem de erro é de 2% mantendo Serra e Dilma em um empate técnico.
O Datafolha, ligado ao jornal Folha de São Paulo, vem insistindo em anunciar um empate técnico entre os candidatos mais bem postos e sua metodologia vem sendo contestada por muitos blogueiros na Internet, por grandes veículos de comunicação e pelos partidos políticos.
O blog Viomundo, do jornalista Luiz Carlos Azenha, postou artigo com 2 textos, 1 do portal IG e outro do jornal Estado de São Paulo, onde são apresentadas as diferenças entre as metodologias de pesquisa do Datafolha e do Vox Populis, com o título "Sobre a metodologia das pesquisas das pesquisas eleitorais". Já o site Brasilianas apresenta um post do jornalista Luís Nassif onde se apresenta as falhas da metodologia do instituto Datafolha, com o título "Decifrando o Datafolha".
Eu ainda não vi nenhuma manifestação do Datafolha para contrapor ao que é colocado pelos artigos citados acima, e essa insistência em um suposto erro metodológico recai no que comentei no post "Porque apoiamos Dilma", onde apresento texto do jornalista Mino Carta onde anuncia o apoio da Revista Carta Capital à candidatura Dilma Rousseff, onde insisto na posição de que grandes veículos de comunicação, entre eles o Jornal Folha de São Paulo, de que apoiam veladamente a candidatura José Serra e não assumem sua posição, usando suas mídias de forma coordenada para atacar a candidatura Dilma Rousseff, o presidente Lula e o PT.

sábado, 24 de julho de 2010

MERCADANTE E MARTA NO VALE DO PARAÍBA.


Nesta semana os candidatos do PT ao governo do Estado, Aloizio Mercadante e ao Senado, Marta Suplicy, estiveram em nossa região.
Marta esteve na quinta-feira, 22 de julho, nas cidades de Taubaté e Pindamonhangaba, onde junto com a militância petista percorreu o centro comercial das cidades e na sexta-feira, 23 de julho, visitou Jacareí, onde caminhou com a militância pelo centro da cidade, e São José dos Campos, onde participou de panfletagem na porta da GM e se reuniu com vereadores da região que a apóiam.
Já Mercadante esteve na região na sexta-feira, 23 de julho, primeiro em Caçapava onde caminhou com a militância e depois em São José dos Campos, onde centenas de militantes o aguardavam para uma caminhada pelo centro da cidade.


SEMINÁRIO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO.

Ainda sexta-feira, 24 de julho, aconteceu o Seminário : Desenvolvimento Econômico, em São José dos Campos, atividade que integra a série de seminários para a elaboração do programa de governo da coligação Mercadante Governador “Um novo modelo de desenvolvimento para São Paulo”. Os debatedores foram Aloizio Mercadante, Marta Suplicy, Guido Mantega (Ministro da Fazenda), Márcio Pochmann (Presidente do IPEA) e Ladislau Dowbor (Professor titular da PUC-SP e consultor da ONU). O seminário reuniu lideranças do PT de São Paulo e de toda a região e de partidos coligados.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

SERRA, O P-P-P-P, É MENTIROSO MESMO.


Artigo retirado do blog do Presidente Nacional da CUT, Artur Henrique, rebatendo as declarações do candidato do PSDB, à presidência, em relação as questões trabalhistas abordadas pela propaganda partidaria de seu partido.

Na noite de quinta, 15, respondendo a jornalistas no Rio de Janeiro e também durante minha fala na abertura de ato político com a presença do governador Sérgio Cabral, repeti que o Serra é mesmo mentiroso quando fala que foi autor dos projetos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e do seguro-desemprego.
Serra não é ator. Então, é mentiroso. Prova maior é ele ter dito ontem, numa tentativa de recuar um pouco e torcer para ninguém notar, que não é mais autor, é “co-autor”.
Sobre ter dito que a CUT é pelega, também mente. E incorre num discurso da mais empedernida direita. Serra, com a formação que tem e a experiência política que teve, sabe bem o que é peleguismo e sabe que a CUT não é pelega. Sabe disso inclusive porque fomos nós que enfrentamos durante o governo dele e do FHC diversas tentativas de retirada de direitos dos trabalhadores.
Um dos projetos do Serra/FHC era mexer no artigo 618 da CLT, que flexibilizaria as regras e abriria uma imensa avenida para os patrões extinguirem direitos como férias, por exemplo.
Nesse episódio, eles foram derrotados pela CUT e nossas entidades filiadas, que colocamos mais de um milhão de pessoas nas ruas, em protesto, no dia 21 de março de 2002.
No governo Lula e da ministra Dilma, nenhum direito dos trabalhadores foi retirado. Quando houve uma tentativa patronal para fazê-lo, através da famigerada emenda 3, Lula ouviu nossa reivindicação e vetou a emenda, em 2006. Tempos depois, a bancada patronal no Congresso tentou derrubar o veto e fomos para as ruas de novo, em diversas manifestações, e impedimos o retrocesso.
Parte do atual governo defendia uma reforma da Previdência que retirasse direitos. Fomos contra, pressionamos, e o governo entendeu. Inclusive com o Lula, publicamente, defendendo que o caráter social da Previdência, definido pela Constituição, derruba a tese de que o sistema é deficitário.
O salário mínimo teve uma série histórica de aumentos reais porque a CUT e as centrais foram para as ruas, nas Marchas Nacionais do Salário Mínimo, pressionar a elevação das verbas para esse fim previstas no orçamento da União.
Os trabalhadores e trabalhadoras públicos tiverem seus salários recompostos e carreiras reestruturadas porque a CUT fez greve e mobilização, além de ter sabido construir propostas e negociar. No governo Serra/FHC, o Estado foi desmantelado. No governo Lula, houve abertura de concursos.
Aumentou e muito o número de empregos formais no mercado privado.
Esse breve comparativo já mostra que não dá pra ter dúvida quanto a quem apoiar. Com a Dilma, esses avanços já consolidados permanecem, e acredito que será possível dialogar com seu governo, sensível à pressão popular, em busca de mais conquistas sociais.
Já o Serra é o candidato “P-P-P-P”s: Pedágio-Presídio-Privatização-Porrada nos professores.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO.


Do site da Dilma, candidata do PT à Presidência da República - .
Todos concordam: ainda há muito a fazer para que a nossa educação atinja um nível de primeiro mundo, mas é inegável que o governo do presidente Lula removeu obstáculos históricos, avançou muito e criou todas as condições para que o próximo governo, o governo de Dilma, faça o que tem de ser feito para chegarmos lá.
O fato é que muita coisa mudou e várias distorções foram corrigidas. O governo acabou com a DRU (Desvinculação de Receitas da União) que, desde 95, retirava cerca de R$ 10 bilhões por ano do orçamento do MEC.
O ensino fundamental teve a sua duração ampliada de oito para nove anos e, agora, crianças pobres vão iniciar o ciclo de alfabetização aos seis anos, como já é comum entre os filhos da classe média.
A distribuição gratuita de livros didáticos, antes restrita ao ensino fundamental, hoje beneficia também as creches e as escolas de ensino médio, o que fez do governo brasileiro o maior comprador de livros didáticos do mundo. Mais de 45 mil escolas do ensino básico estão equipadas com laboratórios de informática e conexão com a internet. E, através do Programa Mais Educação, o ensino de tempo integral foi implantado em 10.050 escolas de todo o Brasil, beneficiando três milhões de alunos.
Foram criados o Fundeb (Fundo da Educação Básica), que multiplicou por dez os recursos destinados à educação básica; o ProUni, um sistema de bolsas de estudo que já abriu as portas da universidade para mais de 700 mil jovens de famílias pobres; e a Universidade à Distância para o aperfeiçoamento dos nossos professores.
Criou-se ainda o Piso Nacional do Magistério, que atende uma reivindicação histórica dos professores e entrou em vigor este ano. E foi estabelecido um recorde histórico com a criação de 136 escolas técnicas e 14 universidades federais em apenas sete anos. Um passo decisivo para a inclusão social de milhares de jovens brasileiros.
Para que esses avanços prossigam, o governo criou, em 2007, o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) com o objetivo de triplicar os recursos aplicados no setor.
O PDE é um conjunto de ações estratégicas destinadas à ampliação do acesso e a qualidade da educação em todos os níveis - da creche à pós-graduação.
São mais de 40 programas, organizados em quatro eixos:
  • EDUCAÇÃO BÁSICA
  • EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
  • EDUCAÇÃO SUPERIOR E ALFABETIZAÇÃO
  • EDUCAÇÃO CONTINUADA
Uma das prioridades é a formação e valorização dos professores da educação básica. Até agora, um total de 97,6 mil professores se inscreveram para o curso na primeira etapa do Plano Nacional de Formação, que deve atender 400 mil professores até 2014.

MAIS RECURSOS
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) financia da creche até o ensino médio e a educação para jovens e adultos. Em 2010, os recursos são da ordem de R$ 7,6 bilhões.

PROUNI
704,6 mil bolsas para estudantes que não têm condições de pagar mensalidades em faculdades privadas. A meta é beneficiar 720 mil alunos até 2010.

FINANCIAMENTO EDUCACIONAL
A taxa de juros do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) foi reduzida de 6,5% para 3,5% ao ano. Além disso, o prazo para quitar a dívida, que antes correspondia ao dobro da duração do curso, passou a corresponder ao triplo. Ou seja, quem faz um curso de quatro anos tem agora 12 anos para saldar a dívida.

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
Criação de 569 pólos para oferecer 129 mil vagas em 2009. Até 2011, a meta é alcançar 950 pólos.

EDUCAÇÃO INFANTIL
O Proinfância atende crianças com menos de seis anos de idade. Já foram feitos convênios para a construção de 1.721 novas creches e pré-escolas, no valor de R$ 1,51 bilhão, beneficiando 370 mil crianças.

TRANSPORTE ESCOLAR
O programa Caminho da Escola auxilia a compra de veículos para transporte de alunos que vivem na zona rural. Entre 2008 e 2009, foram adquiridos 5.866 veículos, por 2.680 municípios, com investimento de R$ 925 milhões.

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR
Aumento de 37.3 milhões para 47 milhões, de 2003 a 2009, no número de estudantes atendidos. Os recursos investidos passaram de R$ 954 milhões para R$ 2.010 bilhões, no mesmo período.

INCUSÃO DIGITAL
De 2004 a 2009, 80.623 laboratórios de informática foram adquiridos, beneficiando 39,7 milhões de estudantes.

EXPANSÃO
136 novas escolas técnicas e agrotécnicas já criadas. E, até o fim do ano, serão 214 escolas, oferecendo ensino profissionalizante a 500 mil jovens.

ENSINO SUPERIOR
Abertura de 14 universidades federais e 117 campi/unidades. O número de vagas em graduação presencial aumentou de 106,8 mil em 2003 para 195,3 mil em 2009.

MERCADANTE NUMA RODA DE CULTURA.

O texto abaixo é do jornalista Renato Rovai, editor da Revista Fórum, sobre o encontro do candidato Aloizio Mercadante, do PT, ao Governo do Estado de São Paulo, com militantes da Cultura. Esse artigo foi publicado originalmente no Blog do Rovai.

Na noite desta terça-feira estive num evento para debater questões da cultura com Aloísio Mercadante. Foram três horas de conversa com aproximadamente 180 pessoas que passaram pelo Espaço Cultural Rio Verde, na Vila Madalena.
Para quem não conhece São Paulo, a Vila Madalena é o bairro descolado da cidade, freqüentado por boêmios, estudantes universitários e gente do universo cultural. Um daqueles lugares que torna São Paulo uma cidade possível. Um daqueles lugares que boa parte dos paulistanos gostaria que fosse a cara da cidade. Mas que ainda está longe de ser.
O encontro de ontem serviu para que o candidato ouvisse uma galera que não faz parte do mainstream cultural midiático. Gente mais conectada a movimentos como Hip Hop, à cultura digital, à produção de periferia, às rádios comunitárias e a todo esse espaço midialivrista e altermundista.
Quem participou do centro da organização, que foi realizada em formato de rede, foi o Sergio Amadeu e os irmãos Anitelli (Fernando e Gustavo), da trupe do Teatro Mágico.
Mercadante mais ouviu do que falou. E pareceu bem impressionado como o fato de que há algo muito novo na cena cultural que pode ser também o fato novo para essa sua nova candidatura.
O Fernando, do Circuito Fora do Eixo, foi o primeiro a falar e registrou que hoje há uma grande defasagem de políticas públicas de cultura no Estado de São Paulo. Que o próximo governador terá de resgatar investimentos nessa área que atinjam setores mais amplos.
Cláudio Prado, da Casa de Cultura Digital, afirmou que é o setor público precisa investir no que há de mais subversivo nos últimos 200 anos, o digital. E que se Karl Marx fosse vivo ele estaria militando nessa área.
Sérgio Vaz, da Cooperifa, convidou o candidato a ir ao Bar do Zé Batidão, numa quarta à noite, e reafirmou o que tem dito por aí: a periferia vive sua Primavera de Praga.
Célio Turino, candidato a deputado federal e que foi responsável pelo Programa dos Pontos de Cultura no Minc, cobrou de Mercadante que se comprometa a investir 1,5% do orçamento do Estado em Cultura. E sugeriu um Ponto de Cultura em cada escola.
Crônica Mendes, do Hip Hop, cobrou que os investimentos de cultura sejam dirigidos também à periferia. Que se instalem aparelhos culturais de qualidade fora do centro.
Jerry, da Abraço, falou da democratização dos meios de comunicação e pediu ao candidato que se comprometa com essa luta.
Ed Rock, dos Racionais, concordou com Jerry e disse que o pessoal do hip hop só tem uma rádio para tocar. E paga jabá para aparecer por lá.
Leci Brandão disse que o samba de São Paulo está indo pelo mesmo caminho que trilhou o do Rio e está perdendo suas raízes. Que é preciso tornar as quadras de escola de samba em espaços permanentes de cultura. O candidato disse sim.
Este blogueiro também deu seu pitaco e sugeriu que contra a visão privatista e pedagiada do atual esquema que governa São Paulo, Mercadante se contraponha com um programa de governo onde a estrada do futuro seja livre.
E que isso começa por banda larga gratuita para todos e um laptop por aluno da escola pública.
O candidato se comprometeu com banda larga em todas as escolas públicas e com o objetivo de que os alunos tenham seus laptops, iniciando o programa por aqueles que estão nas séries finais. Acha inviável a banda larga gratuita para todos. Não acho. Mas isso é conversa para outro post.
Mercadante falou com tranqüilidade sobre todos os temas. E pediu que no próximo evento a convocação se amplie para que a cultura mostre sua força e possa assim deixar de ser a cereja no bolo das políticas governamentais, passando a disputar o bolo.
A impressão que ficou do encontro é que há um Mercadante mais tranqüilo e menos pressionado nessa disputa eleitoral. O fato de seu nome ter sido escolhido pelos partidos da base de Lula sem que ele trabalhasse para que isso acontecesse, parece estar lhe fazendo bem.
A disputa em São Paulo será muito difícil e as suas chances são pequenas. Numa escala de zero a dez, com generosidade, dois. Mas essa pequena chance é mais real do que há quatro anos. E mais real ainda do que em quase todas as outras disputas entre PT e PSDB no estado.
Entre outros motivos porque há um desgaste do governo tucano em São Paulo, inclusive, porque ele é muito mais midiático do que real.
Depois porque pela primeira vez se constrói um palanque estadual forte que permitiu um bom tempo de TV e apoio, por exemplo, de todas as centrais de trabalhadores, afora o apoio quase total do movimento popular.
Se Dilma vier a ganhar no primeiro turno e Mercadante for para o segundo com até 10 pontos de distância de Alckmin, o jogo zera. E aí Geraldo Alckmin corre o risco de ter de ir acompanhar Serra no esquema de aposentadoria tucana, que já tem FHC como presidente de honra.
Para superar o passado é preciso falar do futuro. A chance de Mercadante nesta eleição é mostrar que o estado de São Paulo pode ser algo muito mais interessante. E que isso passa por dirigir uma parte significativa dos investimentos para o campo das humanidades, criando espaços onde se viva mais a cultura como elo integrador entre os homens. E entre eles e a natureza.
São Paulo tem como construir isso. E hoje tem gente fazendo isso acontecer em muitos espaços. Algumas dessas pessoas estavam na reunião com Mercadante na noite de ontem.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

13 RAZÕES PARA VOTAR EM DILMA PRESIDENTE!



  1. FIM DA MISÉRIA - Com Lula, 31 milhões de pessoas entraram para a classe média e 24 milhões saíram da pobreza absoluta. Dilma vai aprofundar esse caminho e acabar com a miséria no país.
  2. MAIS EMPREGOS - O Brasil nunca gerou tantos empregos como agora. Dilma - que coordenou o PAC e o Minha Casa, Minha Vida, programas que levam obras e empregos a todo o país - é a garantia de que o mercado de trabalho vai continuar crescendo para todos.
  3. MAIS REAJUSTES SALARIAIS - Com Lula, o salário mínimo sempre teve reajustes bem acima da inflação e houve aumento da massa salarial em geral. Dilma vai manter e aperfeiçoar essa política que tem ajudado a melhorar a vida de tanta gente.
  4. MAIS BOLSA FAMÍLIA - Agora, todos os candidatos falam bem do Bolsa Família, mas o brasileiro sabe: só Dilma garante o fortalecimento desse e de outros programas sociais criados por Lula.
  5. MAIS EDUCAÇÃO - Lula criou o PROUNI, mais universidades e escolas técnicas do que qualquer outro governo. Dilma vai seguir abrindo as portas da educação para todos. Com ela, não haverá um único município brasileiro, a partir de 40 mil habitantes, que não tenha Escola Técnica.
  6. MAIS SAÚDE - Lula ampliou o Saúde da Família, criou o Samu 192, as Farmácias Populares e o Brasil Sorridente. Dilma já garantiu: vai criar 500 Unidades de Pronto Atendimento - as UPAs 24 horas. e 8600 novas Unidades Básicas de Saúde - as UBS.
  7. MAIS SEGURANÇA - Lula está fazendo um investimento inédito na segurança, com o Pronasci, que tem entre suas prioridades, o policiamento comunitário, a inclusão do jovem e a parceria com a sociedade. Dilma vai ampliar essa ação, usando como modelo as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que estão livrando várias comunidades do Rio de Janeiro do domínio do tráfico.
  8. MAIS COMBATE AO CRACK - Dilma vai combater essa praga com autoridade, carinho e apoio. Apoio para impedir que mais jovens caíam nessa armadilha fatal. Carinho para cuidar dos que precisam se libertar do vício. E autoridade para combater e derrotar os traficantes, estejam onde estiverem.
  9. MAIS CRECHES - Dilma quer garantir mais tranquilidade para as famílias que trabalham e não têm onde deixar os filhos. Por isso, já assumiu o compromisso de construir 6 mil creches e pré-escolas em todo o país.
  10. MAIS MORADIAS POPULARES - Juntos, Lula e Dilma criaram o Minha Casa, Minha Vida, que está realizando o sonho da casa própria de muita gente. Dilma vai ampliar o programa, garantindo mais 2 milhões de moradias populares para quem mais precisa.
  11. MAIS APOIO AO CAMPO - Nossos agricultores nunca tiveram tanto apoio para produzir e crescer na vida. Dilma - que criou o Luz para Todos e beneficiou mais de 11 milhões de brasileiros que vivem no campo - é a certeza de que esse trabalho vai seguir em frente, tanto para o agronegócio como para a agricultura familiar.
  12. MAIS CRÉDITO - Lula criou o crédito consignado e facilitou o acesso da população a várias linhas de crédito. É por aí que Dilma vai seguir para continuar beneficiando toda a população.
  13. MAIS RESPEITO AO BRASIL - Com Lula, o Brasil pagou sua dívida com o FMI e passou a ser um país respeitado em todo o mundo. Dilma quer o Brasil assim: forte, independente e cada vez mais admirado aqui e lá fora.
O texto acima é de um panfleto da campanha de Dilma Rousseff, candidata à Presidência, pelo PT.

DESMANDO NA TV PÚBLICA PAULISTA (TV CULTURA).

O candidato tucano a presidência da República, José Serra, ex-governo do Estado de São Paulo, foi o entrevistado do programa Roda Viva há algumas semanas atrás, dentro da rodada do programa que entrevistou os três candidatos mais bem colocados nas pesquisas, além dele Dilma Rousseff e Marina Silva.
No decorrer da entrevista, o apresentador do programa, Heródoto Barbeiro questionou José Serra sobre os pedágios das estradas paulistas entregues às empresas privadas. O apresentador perguntou ao candidato sobre os preços dos pedágios e a multiplicação das praças de cobrança, que se deram nos governos Alckmin (2000/2006) e do próprio Serra (2007/2010). O ex-governador não se recusou a responder a pergunta, como agiu de forma grosseira com seus adversários, dizendo ser o questionamento dos pedágios um trololó petista. Mas a pergunta vai ficar pairando sobre todos os candidatos tucanos, em especial Serra e Alckmin, que promoveram a proliferação das praças de pedágios pelas rodovias paulistas.
Não bastasse isso, após essa entrevista, o apresentador Heródoto Barbeiro foi dispensado pela TV Cultura, que é a TV Pública do Estado de São Paulo, administrado pelo ex-vice governador de Serra, Alberto Goldman, que já havia alterado o comando da emissora quando assumiu o posto de Governador. Na última semana, o recém empossado diretor de jornalismo da emissora, Gabriel Priolli, promovia uma reportagem sobre o mesmo assunto da pergunta de Heródoto, os pedágios, havia entrevistado os candidatos Alckmin e Mercadante, ao governo do Estado, quando na finalização da matéria foi comunicado de que a pauta sobre os pedágios não deveria ter continuidade e que ele estaria afastado da direção de jornalismo da emissora. A reportagem sobre os pedágios foi exibida na sexta-feira, 9 de julho, feriado estadual, quando o IBOPE das TVs é muito abaixo do normal, e foi anunciado que Gabriel Priolli seria indicado para outra função dentro da emissora, tudo isso para desmascarar o que acontece realmente, na TV Pública de São Paulo e em outros órgãos das administrações públicas tucanas, ingerência política. Além disso, esses acontecimentos na TV Cultura mostram o teor de controle da mídia imposto pelos governos tucanos. A sociedade não pode aceitar mais essas situações, a internet vem revolucionando o debate político, antes direcionado pelos grandes veículos de comunicação comprometidos com o projeto entreguista dos partidos da oposição do governo Lula, sendo pautado pelos Blogs dos jornalistas independentes, de blogueiros autônomos e pelas redes sociais.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

CENTRAIS SINDICAIS DIZEM QUE SERRA É MENTIROSO!

Segue abaixo nota assinada pelos presidentes das 5 maiores centrais sindicais do Brasil contrapondo a versão difundida pela propaganda partidária obrigatória do PSDB onde José Serra é apresentado como um defensor dos trabalhadores. Como vocês podem ver abaixo, não é a verdade.

Serra: impostura e golpe contra os trabalhadores

O candidato José Serra (PSDB) tem se apresentado como um benemérito dos trabalhadores, divulgando inclusive que é o responsável pela criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e por tirar do papel o Seguro-Desemprego. Não fez nenhuma coisa, nem outra. Aliás, tanto no Congresso Nacional quanto no governo, sua marca registrada foi atuar contra os trabalhadores. A mentira tem perna curta e os fatos desmascaram o tucano.

A verdade

Seguro-Desemprego - Foi criado pelo decreto presidencial nº 2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. Sua regulamentação ocorreu em 30 de abril daquele ano, através do decreto nº 92.608, passando a ser concedido imediatamente aos trabalhadores.

FAT – Foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto sobre o FAT (nº 2.250/1989), que foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados, na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez que o projeto de Jorge Uequed já havia sido aprovado.

Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988) - José Serra votou contra os trabalhadores:
a) Serra não votou pela redução da jornada de trabalho para 40 horas;
b) não votou pela garantia de aumento real do salário mínimo;
c) não votou pelo abono de férias de 1/3 do salário;
d) não votou para garantir 30 dias de aviso prévio;
e) não votou pelo aviso prévio proporcional;
f) não votou pela estabilidade do dirigente sindical;
g) não votou pelo direito de greve;
h) não votou pela licença paternidade;
i) não votou pela nacionalização das reservas minerais.
Por isso, o Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) , órgão de assessoria dos trabalhadores, deu nota 3,75 para o desempenho de Serra na Constituinte.

Revisão Constitucional (1994)
- Serra apresentou a proposta nº 16.643, para permitir a proliferação de vários sindicatos por empresa, cabendo ao patrão decidir com qual sindicato pretendia negociar. Ainda por essa proposta, os sindicatos deixariam de ser das categorias, mas apenas dos seus representados. O objetivo era óbvio: dividir e enfraquecer os trabalhadores e propiciar o lucro fácil das empresas. Os trabalhadores enfrentaram e derrotaram os ataques de Serra contra a sua organização, garantindo a manutenção de seus direitos previstos no artigo 8º da Constituição.

É por essas e outras que Serra, enquanto governador de São Paulo, reprimiu a borrachadas e gás lacrimogênio os professores que estavam reivindicando melhores salários; jogou a tropa de choque contra a manifestação de policiais civis que reivindicavam aumento de salário, o menor salário do Brasil na categoria; arrochou o salário de todos os servidores públicos do Estado de São Paulo.

As Centrais Sindicais brasileiras estão unidas em torno de programa de desenvolvimento nacional aprovado na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho, com mais de 25 mil lideranças sindicais, contra o retrocesso e para garantir a continuidade do projeto que possibilitou o aumento real de 54% do salário mínimo nos últimos sete anos, a geração de 12 milhões de novos empregos com carteira assinada, que acabou com as privatizações, que descobriu o pré-sal e tirou mais de 30 milhões de brasileiros da rua da amargura.

Antonio Neto – presidente da CGTB
Wagner Gomes – presidente da CTB
Artur Henrique – presidente da CUT
Miguel Torres – presidente da Força Sindical
Jose Calixto Ramos – presidente da Nova Central

domingo, 11 de julho de 2010

GUARATINGUETÁ AVANÇA LADO A LADO COM O GOVERNO FEDERAL.


"Em Guaratinguetá também se fazem sentir os avanços do governo Lula na vida da cidade, com os avanços econômicos, dos programas sociais e dos investimentos do governo federal que refletem no dia a dia de nossos moradores. Um exemplo recente é a construção de 269 cassas populares do programa Minha Casa, Minha Vida no bairro do São Manoel e as mais de 3 mil famílias inscritas no Bolsa Família.
O deputado federal Ricardo Berzoini ciente das necessidades de nossa população, tem contribuído de forma sistemática para buscarmos avanços em nosso município. Por meios de emendas parlamentares apresentadas pelo deputado, o Centro de Saúde já está sendo reformado e estão aprovadas verbas para a construção de mais dois postos de saúde nos bairros das Pedrinhas e Santa Luzia."

O texto acima é do informativo do mandato do Deputado Federal Ricardo Berzoini, PT-SP, falando dos investimentos federais destinados à Guaratinguetá através de emendas parlamentares propostas por ele. Esse artigo mostra o compromisso de Berzoini com a nossa cidade e a responsabilidade do governo federal à cargo do Presidente Lula que vem desde o seu início promovendo um governo legitimamente Republicano, compartilhando com Estados e Municípios os investimentos públicos sem distinções partidárias.
Prova dessa prática foi o anúncio pela prefeitura de Guaratinguetá, de o investimento de 233 milhões de reais em obras, sendo destes mais de 125 milhões em recursos destinados pelo Governo Federal do presidente Lula, sendo mais de 50% do total investido. Completam os investimentos 64 milhões do Governo Estadual e 44 milhões do Governo Municipal.

POR QUE APOIAMOS DILMA?


Históricamente em nosso país a imprensa, em momentos de eleição gosta de exaltar seu suposto apartidarismo, "somos imparciais, damos o mesmo espaço para todos os candidatos". Porém, qualquer um com um faça uma leitura atenta aos jornalões, ou as revistas de grande circulação, ou que ouça com atenção as emissoras de rádio, ou veja com um olhar crítico a programação das redes de televisão, percebe que a grande mídia brasileira tem sim sua posição político-partidária.
Para agravar essa falsa apartidarização, desde 2003, com a posse do presidente Lula e o esfacelamento da oposição que depois de quase oito anos de governo Lula não apresenta um programa de governo para o país e não se mete a criticar o governo do presidente Lula pois sabe ser essa atitude um tiro no pé, devido aos elevados índices de popularidade do presidente Lula. Como a oposição partidária não ataca o governo Lula, os grandes barões da imprensa, presos ao capital internacional, ordenaram que seus veículos de comunicação formulassem conteúdos atacando o presidente Lula e o PT. Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Rede Globo, Revista Veja e tantos outros formam o que a blogosfera, e agora muita gente chama de PIG - Partido da Imprensa Golpista - um verdadeiro panfleto político da oposição ao governo Lula, mas que se diz apartidário.
Porém em edição recente a revista Carta Capital, assumiu que apóia um dos candidatos à presidência da República, e esse candidato é a ex-ministra Dilma Rousseff, do PT. Essa é a verdadeira imprensa política brasileira, que tem coragem para assumir seu lado, e que a partir de agora todos os seus leitores sabem que esse apoio é assumido, e não falsamente velado como faz o PIG, que se intitulado neutro, mas que está claramente a serviço da candidatura José Serra e aos partidos da oposição.

Abaixo reproduzo artigo publicado na Revista Carta Capital, assinado por seu editor, Mino Carta.

Guerrilheira, há quem diga, para definir Dilma Rousseff. Negativamente, está claro. A verdade factual é outra, talvez a jovem Dilma tenha pensado em pegar em armas, mas nunca chegou a tanto. A questão também é outra: CartaCapital respeita, louva e admira quem se opôs à ditadura e, portanto, enfrentou riscos vertiginosos, desde a censura e a prisão sem mandado, quando não o sequestro por janízaros à paisana, até a tortura e a morte.
O cidadão e a cidadã que se precipitam naquela definição da candidata de Lula ou não perdem a oportunidade de exibir sua ignorância da história do País, ou têm saudades da ditadura. Quem sabe estivessem na Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade há 46 anos, ou apreciem organizar manifestação similar nos dias de hoje.
De todo modo, não é apenas por causa deste destemido passado de Dilma Rousseff que CartaCapital declara aqui e agora apoio à sua candidatura. Vale acentuar que neste mesmo espaço previmos a escolha do presidente da República ainda antes da sua reeleição, quando José Dirceu saiu da chefia da Casa Civil e a então ministra de Minas e Energia o substituiu.
E aqui, em ocasiões diversas, esclareceuse o porquê da previsão: a competência, a seriedade, a personalidade e a lealdade a Lula daquela que viria a ser candidata. Essas inegáveis qualidades foram ainda mais evidentes na Casa Civil, onde os alcances do titular naturalmente se expandem.
E pesam sobre a decisão de CartaCapital. Em Dilma Rousseff enxergamos sem a necessidade de binóculo a continuidade de um governo vitorioso e do governante mais popular da história do Brasil. Com largos méritos, que em parte transcendem a nítida e decisiva identificação entre o presidente e seu povo. Ninguém como Lula soube valerse das potencialidades gigantescas do País e vulgarizá-las com a retórica mais adequada, sem esquecer um suave toque de senso de humor sempre que as circunstâncias o permitissem.
Sem ter ofendido e perseguido os privilegiados, a despeito dos vaticínios de alguns entre eles, e da mídia praticamente em peso, quanto às consequências de um governo que profetizaram milenarista, Lula deixa a Presidência com o País a atingir índices de crescimento quase chineses e a diminuição do abismo que separa minoria de maioria. Dono de uma política exterior de todo independente e de um prestígio internacional sem precedentes. Neste final de mandato, vinga o talento de um estrategista político finíssimo. E a eleição caminha para o plebiscito que a oposição se achava em condições de evitar.
Escolha certa, precisa, calculada, a de Lula ao ungir Dilma e ao propor o confronto com o governo tucano que o precedeu e do qual José Serra se torna, queira ou não, o herdeiro. Carregar o PSDB é arrastar uma bola de ferro amarrada ao tornozelo, coisa de presidiário. Aí estão os tucanos, novos intérpretes do pensamento udenista. Seria ofender a inteligência e as evidências sustentar que o ex-governador paulista partilha daquelas ideias. Não se livra, porém, da condição de tucano e como tal teria de atuar. Enredado na trama espessa da herança, e da imposição do plebiscito, vive um momento de confusão, instável entre formas díspares e até conflitantes ao conduzir a campanha, de sorte a cometer erros grosseiros e a comprometer sua fama de “preparado”, como insiste em
afirmar seu candidato a vice, Índio da Costa. E não é que sonhavam com Aécio...
Reconhecemos em Dilma Rousseff a candidatura mais qualificada e entendemos como injunção deste momento, em que oficialmente o confronto se abre, a clara definição da nossa preferência. Nada inventamos: é da praxe da mídia mais desenvolvida do mundo tomar partido na ocasião certa, sem implicar postura ideológica ou partidária. Nunca deixamos, dentro da nossa visão, de apontar as falhas do governo Lula. Na política ambiental. Na política econômica, no que diz respeito, entre outros aspectos, aos juros manobrados pelo Banco Central. Na política social, que poderia ter sido bem mais ousada.
E fomos muito críticos quando se fez passivamente a vontade do ministro Nelson Jobim e do então presidente do STF Gilmar Mendes, ao exonerar o diretor da Abin, Paulo Lacerda, demitido por ter ousado apoiar a Operação Satiagraha, ao que tudo indica já enterrada, a esta altura, a favor do banqueiro Daniel Dantas. E quando o mesmo Jobim se arvorou a portavoz dos derradeiros saudosistas da ditadura e ganhou o beneplácito para confirmar a validade de uma Lei da Anistia que desrespeita os Direitos Humanos. E quando o então ministro da Justiça Tarso Genro aceitou a peroração de um grupelho de fanáticos do Apocalipse carentes de conhecimento histórico e deu início a um affair internacional desnecessário e amalucado, como o caso Battisti. Hoje apoiamos a candidatura de Dilma Rousseff com a mesma disposição com que o fizemos em 2002 e em 2006 a favor de Lula. Apesar das críticas ao governo que não hesitamos em formular desde então, não nos arrependemos por essas escolhas. Temos certeza de que não nos arrependeremos agora.

Mino Carta.

Nota repudia charge preconceituosa do cartunista Nani e publicação no blog de Josias de Souza da Folha de S. Paulo

Abaixo esta a nota de repúdio assinada por muitas mulheres e homens, sobre a charge publicada pelo jornalista Josias de Souza em seu blog, de autoria do cartunista Nani.

Nota de Repúdio

A charge do cartunista Nani reproduzida no blog do jornalista Josias de Sousa no dia 8 de julho de 2010 é absurda, indigna e ofensiva não só a dignidade da candidata Dilma Roussef, mas extensiva a todas as mulheres brasileiras independente de suas escolhas político-partidárias.
Só em uma sociedade midiática em que predominam ainda valores machistas é possível veicular “impunemente” uma charge tão desqualificadora das mulheres e tão discriminadora com as profissionais do sexo, as quais ainda se constituem como objeto de usufruto masculino.
Além do desrespeito e deselegância presentes na charge sobre a mulher na política, esta candidata tem uma história de luta contra o conservadorismo e as injustiças sociais, a charge reforça o preconceito sexista em relação as mulheres na política, desqualificando-as e fortalecendo o poder masculino.
Por onde irá se conduzir a ética dos comentaristas e chargistas políticos no vale-tudo da campanha eleitoral abrigados sob o teto da liberdade de imprensa?

Brasília, 8 de julho de 2010.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O COMEÇO DILMA UMA VITÓRIA DO POVO.

Artigo do Deputado Federal Ricardo Berzoini, candidato à reeleição que eu apóio, sobre o começo da campanha eleitoral, e a importância de elegermos a companheira Dilma Rousseff a próxima presidente do Brasil e da eleição do Senador Mercadante o próximo governador do Estado de São Paulo.



Começa a campanha eleitoral, com o registro das candidaturas nos tribunais regionais e no TSE. O PT atingiu quase todas as metas que deliberamos em nosso 4º Congresso. A prioridade da eleição presidencial foi cumprida e a visão de ampla aliança com base na coalizão que sustenta o governo Lula foi materializada na coligação que apoia Dilma e Temer. Como diria um amigo nosso, nunca antes na história deste partido fomos tão amplos e tão bem sucedidos em nossa aliança. O PT soube ceder em vários estados, na composição das chapas majoritárias. Queremos crescer, como todo partido. Mas hoje temos a responsabilidade de crescer com os aliados e trabalhar para manter no comando da República o projeto que transforma o Brasil.

Nossa candidata, que, para muitos da oposição e até para alguns na base e no PT, era uma aposta arriscada, mostrou que tem “café no bule” e chega ao começo da campanha empatada com Serra, na pior das hipóteses e das pesquisas. Dilma está segura, tem um amplo apoio partidário, tem o suporte da maioria dos movimentos sociais e de grande parte do empresariado. Tem um programa de governo realista e ousado, baseado no sucesso dos oito anos de Lula, nos quais ela foi peça fundamental. Nossos adversários não tem programa de governo e ainda tem que explicar o governo FHC e o governo Serra em São Paulo, com seus pedágios, educação decadente e segurança pública em crise permanente.

Estamos bem, mas não ganhamos nada ainda. Temos que construir esta vitória nas ruas, com o povo, para vencer as eleições e consolidar politicamente o projeto que queremos para o Brasil.

O povo sabe, agora, que crescer é possível e que para crescer é necessário distribuir, é preciso ter uma nova visão do papel do Estado e uma nova inserção internacional. A campanha nacional do PT deve mostrar que isso será muito mais efetivo se a grande maioria das 27 unidades da federação estiver com o projeto nacional. Nós, de São Paulo, devemos ter competência para demonstrar que o estado que tem 25% da população e 40% do PIB é peça chave do projeto e é vital termos alguém alinhado no Palácio dos Bandeirantes. A vitória de Aloizio Mercadante pode ser uma alavanca fundamental para um sucesso ainda maior do governo Dilma.

Agora é hora de trancar todos os saltos altos no armário e colocarmos os pés no chão, amassar o barro e conquistar a vitória de um sonho que mostrou ser viável. Às ruas, PT.

EDUCAÇÃO EM PRIMEIRO LUGAR.


Compartilho artigo do Senador Aloizio Mercadante, candidato que apóio ao Governo do Estado de São Paulo, sobre a importância da Educação. Agora é Mercadante 13! Com Dilma 13 Presidente, Marta Suplicy 133 e Netinho 650 Senadores, e Ricardo Berzoini 1331 e Roberto Felício 13400, Deputado Federal e Estadual. Este artigo foi publicado originalmente no Jornal Diário de São Paulo.


Gostaria de aproveitar este espaço para falar sobre um tema muito importante para o desenvolvimento de São Paulo, a educação de qualidade. Para profissionalizar os jovens e garantir que as crianças aprendam de verdade, educação deve ser prioridade absoluta.
Se quisermos fazer planos para melhorar a educação, precisamos valorizar os professores , este é o único caminho para alcançar um ensino de qualidade. O governo do estado tem que pagar salários dignos, abrir concurso para mais de 90 mil professores que estão em situação precária, oferecer plano de carreira e programas de formação permanente, em parceria com USP, Unesp e Unicamp.
Além de professores de qualidade e motivados, educação de verdade também exige acompanhamento por parte dos pais. Por isso, a avaliação sistemática e o boletim tem que ser levados a sério. Só assim, professores e pais poderão acompanhar o desempenho das crianças, não para reprová-las, mas para ajudá-las. O sistema de ensino precisa de profundas mudanças. Instituir progressivamente o ensino em tempo integral, por exemplo, é uma meta estratégica.
Tudo isso para garantir que nenhuma criança cheque à primeira série e continue passando de ano sem saber ler e escrever, como, infelizmente, ainda acontece. A aprovação automática desmotiva alunos, desvaloriza a escola, e retira a autoridade do professor. Isto vai acabar no meu governo.
Uma área que merece atenção especial é o ensino médio. Os adolescentes devem conciliar o estudo das matérias básicas e o ensino profissionalizante. Os jovens conseguirão o primeiro emprego com mais facilidade, o que também é fundamental para São Paulo.
O governo de São Paulo precisa fazer de mais creches, escolas técnicas e universidades públicas no interior. E, finalmente, pretendo colocar banda larga, dar aos alunos acesso aos computadores e produzir material pedagógico digital para colocar os estudantes na internet e as escolas no futuro.
No meu governo esses projetos serão colocados em prática e a sociedade sairá ganhando. É mais barato educar para a cidadania e profissionalizar a juventude do que tentar tirar os jovens das drogas, da violência e do álcool.

terça-feira, 6 de julho de 2010

II FESTIVAL DE CULTURA E ARTE DA JUVENTUDE DO PT-SP, EU FUI!!!




No último dia 3 de julho, na cidade de São Carlos, participei do II Festival de Cultura e Arte da JPT – SP, como jovem militante do Partido dos Trabalhadores e da Cultura. Foi um dia intenso de troca de experiências com outros jovens de todos os cantos do Estado de São Paulo e, até mesmo, de outros Estados brasileiros. O Festival foi uma manifestação da diversidade cultural brasileira, percorrendo por seus workshops, oficinas, debates e intervenções artísticas as mais variadas formas de cultura jovem. A diversidade sexual, as conquistas feministas, a cultura da suposta “periferia” e a comunicação foram contempladas nas atividades do Festival, compondo um rico mosaico sócio-cultural da Juventude.
Depois de um dia todo com muitas oficinas, debates e intervenções artísticas e culturais e um ato político que contou com a presença do Senador Aloizio Mercadante, candidato ao Governo do Estado pelo PT e partidos coligados, Coca Ferraz, candidato a vice-governador, do PDT, Edinho Silva, presidente Estadual do PT-SP, Lineu Navarro, presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Newton Lima, ex-prefeito de São Carlos, Emídio de Souza, prefeito de Osasco, entre outras lideranças petistas do estado de São Paulo, o II Festival de Cultura e Arte da JPT-SP teve como atrações para seu show de encerramento O Teatro Mágico, KL Jay e Edi Rock, estes últimos integrantes dos Racionais MC´s, eles levantaram a galera reunida no palco preparado especialmente para esta apresentação.
A trupe do Teatro Mágico abriu a apresentação tocando suas músicas, conhecidas por todos da platéia, em seguida passaram os microfones para os rapper´s que traduzem o cotidiano da juventude da periferia como poucos. Quando o Teatro Mágico voltou ao palco os artistas cantaram juntos algumas músicas, apresentando uma mistura musical

única. O Teatro Mágico ainda finalizou o show com algumas músicas sozinho no palco, e quase não conseguiram deixá-lo, pois a cada ameaça a galera os impedia.
Ao final, Fernando Anitelli (na foto acima), de o Teatro Mágico, concedeu uma entrevista coletiva para os blogueiros jovens ali presentes, onde relatou qual a sua ligação com o PT, os motivos pelo qual hoje ele apóia as candidaturas petistas e fez um pequeno debate sobre a questão dos direitos autorais e da cultura livre.
O fim do show foi o sinal de que o II Festival de Cultura e Arte da JPT estava acabando, a balada rolou até quase às cinco horas da manhã com bandas locais e de outras cidades, com as delegações de várias cidades resistindo até as apresentações se encerrarem e a galera pegar os instrumentos e fazer ela mesma o seu som!
Terminado o Festival, e com a percepção de que dia transcorreu na mais perfeita ordem e todas as atividades propostas foram realizadas com sucesso, gostaria de cumprimentar as organizadoras do II Festival de Cultura e Arte da JPT, Alessandra Dadona, Silvinha Rezende, Sandra Araújo e Marcela Purini, e aguardar o próximo.



sexta-feira, 2 de julho de 2010

É DUNGA, A COPA É DE 2010 NÃO DE 1994!


Desde que o Dunga virou técnico da seleção brasileira compara-se a seleção tetracampeã em 1994, quando Dunga era jogador (capitão do time) do time de Parreira, com a equipe que Dunga manda a campo como treinador. Realmente, muito se parecem as equipes. A formatação tática do time, em um 4-4-2, com dois volantes fixos. O sistema defensivo de 94 foi copiado por Dunga, que encontrou dois ótimos zagueiros, Lúcio e Juan, que são melhores que Aldair e Márcio Santos de Parreira; Maicon, ótimo lateral direito, apesar de Jorginho em 94 ser melhor que o bom Maicon; uma lateral esquerda indefinida, onde Michel Bastos foi tímido, já em 94 Leonardo fazia uma boa Copa até ser suspenso e abrir espaço para o experiente Branco entrar e decidir contra a mesma Holanda que nos eliminou hoje; os volantes de hoje são cópia genérica dos de 94, Mauro Silva, “um leão em campo, como falso terceiro zagueiro, e Dunga, o jogador, responsável por ir à caça, sair na marcação dos homens de meio campo, Gilberto Silva foi o Mauro Silva de 2010 e foi muito bem, para mim o melhor do Brasil nessa Copa, já Felipe Melo não foi o Dunga de 94, nervoso, mal na marcação e na saída de bola na primeira fase, saiu do time contra o Chile e fez bem para a seleção, que ganhou velocidade, mas se recuperou de lesão e voltou ao time para protagonizar a derrota brasileira. Apesar do ótimo passe para o gol de Robinho, Felipe Melo foi o pior em campo dos brasileiros hoje, mais uma vez sem controle emocional, fez dois gols contra, um em Júlio César outro em todo o Brasil, ao ser expulso como um juvenil por pisar no jogador holandês sem nenhuma justificativa.
Mas, Felipe Melo não pode ser o único culpado pela derrota brasileira, tudo estava muito parecido com 94, mas a Copa era de 2010, e tínhamos algo diferente, que no meio da copa me parecia melhor que a de 2010, mas mesmo assim não chega ao título. Os meias brasileiros de Parreira eram Raí e Zinho, este último previsível, um ponta esquerda falso só nas falas de Parreira e Zagallo, era mesmo um auxiliar de lateral esquerdo e mais um volante. Tocava a bola apenas lateralmente, sem fazer o time avançar, era o jogador mais contestado do time, mas jogou a Copa toda. Raí vivia grande fase, havia sido negociado do São Paulo, onde era o craque do time, vencedor duas vezes da Copa Libertadores e uma vez do Mundial de Clubes, começava a brilhar na França, no Paris Saint Germain. No entanto, começou mal a Copa e por pressão da imprensa foi substituído por Mazinho, tudo que Parreira queria um motivo para reforçar a marcação no meio do campo. Nosso meio em 94 era horrível, sem Raí, nosso time dependia basicamente dos cruzamentos de Jorginho pela direita, que jogou muito, o melhor a Copa não fosse um baixinho marrento. Kaká, Elano e Daniel Alves, que jogaram como meias neste ano são melhores que Raí, Zinho e Mazinho, mas não tinham Romário e Bebeto no ataque.
Sim, Bebeto e, principalmente Romário, infinitamente melhores que Robinho e Luís Fabiano. Bebeto, que não tem a habilidade de Robinho, fazia o básico, caia pelas pontas, puxava o contra-ataque e servia a bola para Romário. Já Romário era, e ninguém que eu vi jogar foi melhor que Romário na área. O baixinho precisava de menos de meio metro de campo para fazer a bola entrar no gol. Até contra os grandalhões suecos, ele subiu e, de cabeça, marcou o gol do Brasil na semifinal da Copa. Romário foi gênio em 94, só faltou fazer chover, quando não marcou o gol da vitória foi o “garçom”, contra os EUA nas oitavas de final o Brasil venceu por 1 x 0 com gol de Bebeto que recebeu passe de Romário. Contra a mesma Holanda, na mesma fase, o jogo estava 2 x 2 e Branco, soltou um canhão do meio do campo, a bola iria bater no corpo de Romário, mas ele como um contorcionista tirou as costas da frente da bola, que passou por ele e entrou no canto do goleiro holandês, dando a vitória para o Brasil.
É Dunga, você procurou criar uma equipe a imagem e semelhança da seleção de 1994, mas faltou o craque, faltou o baixinho Romário, o gênio da grande área, aquele que tirava todos os coelhos da cartola e levou o Brasil ao tetracampeonato, aliás, 94 é a Copa mais marcante para mim, pois foi a primeira vez que pude acompanhar um Brasil campeão, sorte que lá tínhamos Romário e não Kaká, Robinho e Luís Fabiano.