quarta-feira, 10 de março de 2010

MOVIMENTO NEGRO E O DEPUTADO RICARDO BERZOINI REUNEM-SE EM GUARATINGUETÁ NESTE SÁBADO.


Neste sábado, 13 de março, entidades do Movimento Negro de todo o estado de São Paulo reúnem-se em Guaratinguetá, na Câmara Municipal de Guaratinguetá, às 11 horas. O encontro é organizado pela Associação Amigos do FECONEZU (Festival Comunitário Negro Zumbi) e tem como anfitrião Dr. João Carlos, ex-vereador e vice-presidente do Diretório Municipal do PT. Participará como convidado do dia o Deputado Federal Ricardo Berzoini, do PT, que visita o Vale do Paraíba desde quinta-feira, 11 de março.
Está confirmada a participação de entidades das cidades de Campinas e São José dos Campos, e espera-se que outras cidades compareçam ao encontro. O anfitrião, Dr. João Carlos, convida a toda a população de Guaratinguetá, em especial, as pessoas ligadas ao Movimento Negro em nossa cidade para participarem do encontro.

CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A NOVA GRIPE

Iniciou-se na última segunda-feira, 8 de março, a campanha de vacinação contra o vírus Influenza H1N1. A campanha segue um calendário, que segmenta a vacinação.
• De 8 a 21 de março: profissionais que trabalham na área de saúde e a população indígena.
• De 22 de março a 2 de abril: gestantes, criança de 6 meses a menores de 2 anos e a população com doenças crônicas (cardíaca, respiratória, hepática, renal, sanguínea, diabete, imunodepressão ou grande obesidade).
• De 5 a 23 de abril: população entre 20 a 29 anos.
• 24 de abril a 7 de maio: idosos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas.
• 10 a 21 de maio: população entre 30 e 39 anos.
A vacinação acontecerá nos postos de saúdes e para ser vacinado deve-se comparecer aos locais de votação portando a caderneta nacional de vacinação. Além da vacinação, toda a população deve manter durante o período de maior probabilidade de propagação da doença medidas simples de higiene, como lavar as mãos várias vezes ao dia.

segunda-feira, 8 de março de 2010

A POLÍTICA E AS MULHERES

Texto da companheira Gleisi Hoffmann, do Paraná, sobre o Dia Internacional da Mulher.

Em todas as conversas que faço sobre direitos e participação das mulheres, em especial no espaço da política e do poder público, ouço a pergunta: “Se as mulheres são a metade do eleitorado, porque não elegem a metade dos cargos em disputa? Por que mulher não vota em mulher?”.
É uma pergunta simples e singela, mas que não tem uma resposta de mesma natureza. Aqui há muita complexidade.
O mundo da política demorou para aceitar as mulheres. Nós éramos tidas como incapazes de discernir, pensar e, logo, decidir através do voto até a década de 30. Nós éramos proibidas de votar. Isso faz menos de cem anos, o que é nada em relação à história. Nós não existíamos para esse mundo. Esse mundo não falava conosco, nem se dedicava a nós. Não tinha mensagens para as mulheres. Então as mulheres resolveram cuidar de outras coisas que lhes interessava e lhes dava respeito e valor, deixando a política de lado.
Para fazer com que o mundo da mulher e o da política convirjam, não será um processo fácil e rápido. De votar, a ser votada, há uma imensa distância. As dificuldades para termos candidatas são grandes. Por isso defendo e acredito que precisamos de ações positivas como as cotas de candidaturas, recursos para campanhas, formação política específica para as mulheres.
Defendo, aliás, que precisaríamos de um número de cargos legislativos reservados às mulheres, como no Congresso Argentino. Em relação à reforma política, o Partido dos Trabalhadores já deliberou sua posição: a formação da lista de candidatos deverá ser paritária para de fato dar oportunidade às mulheres de participação eleitoral nas mesmas condições.
Não se acaba com um processo milenar de discriminação de uma hora para outra. É preciso muita vontade e determinação. Eu acredito que as mulheres estão sentindo a necessidade de mudar e participar: mudar a política, mudar essa lógica de poder, excludente, personalista. Mas é uma coisa que está sendo feita aos poucos, com as condições mínimas que temos. Se tivermos incentivos iremos mais rápido.
Outro fator importante é termos mulheres ocupando cargos de destaque decorrentes do processo político. Vereadoras, deputadas, senadoras, prefeitas, governadora, presidenta da República. Isso serve de estímulo a outras mulheres, mostrando que temos capacidade de atuar nesse mundo tanto quanto atuamos na iniciativa privada, na esfera social.
Mas que uma ocupação de posições e cargos, vejo que as qualidades amorosas, compassivas e sustentadoras do lado feminino, farão diferença, serão essenciais para conduzir nossa sociedade por essas águas tão turbulentas. Precisamos de uma nova política, que busque a cooperação, a construção de consensos, que é a verdadeira essência da democracia. Penso ser esse o grande desafio das mulheres e do movimento que fazemos pela chegada ao poder. Fazer política para construir, agregar, valorizar e acima de tudo, estar no poder para servir.

*Gleisi Hoffmann é advogada e integrante do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores

sábado, 6 de março de 2010

ENCONTRO DE PREFEITOS E VICE-PREFEITOS DO PT

Na última sexta-feira, 5 de março, participei, na cidade de Votorantim, do Encontro de Prefeitos e Vice-Prefeitos do PT, organizado pela Secretaria de Assuntos Institucinais, do Diretório Estadual do PT. O evento contou com a presença de 31 prefeitos, 7 vice-prefeitos e lideranças petistas de todo o estado. O objetivo do encontro foi o debate sobre as Eleições de 2010 e uma apresentação do PAC II, feita por Mozart Sales, chefe de gabinete do Ministério das Relações Institucionais, a ser lançado no final do mês pelo Presidente Lula e pela Ministra Dilma Rousseff.
Fui ao Encontro atendendo convite da Vice-Prefeita Vera Saba, de Taubaté, e do Sub-Prefeito de Moreira Césat, Carlos José Ribeiro, o Carlinhos Casé.